Oraclitis
Neste momento, quem olhar de repente para o mercado vai pensar que só existem duas bases de dados relacionais: o Oracle e o MySQL...
De um lado está a malta enterprisey, que faz tudo à conta de Oracle. Mesmo que estejam a desenvolver uma pequena aplicação, parecem achar que vale a pena gastar montes de dinheiro em licenças e montes de tempo a lidar com a complexidade desta SGBD, por nenhuma outra razão para além de "é Oracle, logo é bom".
Do outro lado está a malta da web, que faz tudo à conta de MySQL. Mesmo que a aplicação seja já de um nível de complexidade intermédio, com um modelo de dados não trivial, a integridade relacional é colocada em segundo plano e os mecanismos que deviam ser implementados na base de dados à conta de stored procedures e triggers ficam implementados como lógica na aplicação, só porque "MySQL é rápido e fixe".
Felizmente, existe quem reconheça a existência de um meio termo materializado em SGBDs como o PostgreSQL , que conseguem ser simultaneamente simples de usar, cheias de funcionalidades e, mesmo assim, open-source.
De um lado está a malta enterprisey, que faz tudo à conta de Oracle. Mesmo que estejam a desenvolver uma pequena aplicação, parecem achar que vale a pena gastar montes de dinheiro em licenças e montes de tempo a lidar com a complexidade desta SGBD, por nenhuma outra razão para além de "é Oracle, logo é bom".
Do outro lado está a malta da web, que faz tudo à conta de MySQL. Mesmo que a aplicação seja já de um nível de complexidade intermédio, com um modelo de dados não trivial, a integridade relacional é colocada em segundo plano e os mecanismos que deviam ser implementados na base de dados à conta de stored procedures e triggers ficam implementados como lógica na aplicação, só porque "MySQL é rápido e fixe".
Felizmente, existe quem reconheça a existência de um meio termo materializado em SGBDs como o PostgreSQL , que conseguem ser simultaneamente simples de usar, cheias de funcionalidades e, mesmo assim, open-source.