Just another day...
Se eu copiar ficheiros para uma pasta vazia partilhada por um Windows, a partir do Mac, os ficheiros copiados não aparecem(*). Isto é, no Windows dá para ver que estão lá, mas no Mac não aparece nada, nem sequer com um "ls"!
Só "ejectando" a pasta e reconectando novamente se vê qualquer coisa.
O mais curioso é que montar a pasta pela linha de comandos com a opção "nobrowse" parece ter algum efeito. Com esta opção não aparece nenhum ícone de "eject" no Finder, mas se navegarmos até ao ponto do filesystem onde a pasta está montada, tudo funciona sem problemas.
Já submeti este problema no Bug Reporter da Apple, mas duvido que seja o primeiro (só se podem efectuar pesquisas sobre os nossos próprios bugs, which sucks).
Com este já vão três no mesmo número de meses, o que até nem é mau, já que os outros dois são simples glitches gráficos.
A propósito, ou não, eu estava disposto a dar uma nova hipótese ao Linux no desktop, mas isso não durou muito... Na realidade, ter decidido instalar o Lenny mostra bem como eu estava disposto a tolerar alguns problemas, e certamente não me importei nada de configurar a minha interface wireless pela linha de comandos (onde os tipos da Debian continuam a surpreender, já que me bastou especificar o SSID + chave no /etc/network/interfaces e o resto foi magia)...
Safa o Linux o facto de trabalhar com ele todos os dias, e só submeter um bug report por ano... E mesmo assim, mostly harmless. :)
(*) Já agora, a minha "solução" para isto é ter na pasta partilhada um ficheiro escondido ".qualquer-coisa". Não é bonito, mas resulta.
Só "ejectando" a pasta e reconectando novamente se vê qualquer coisa.
O mais curioso é que montar a pasta pela linha de comandos com a opção "nobrowse" parece ter algum efeito. Com esta opção não aparece nenhum ícone de "eject" no Finder, mas se navegarmos até ao ponto do filesystem onde a pasta está montada, tudo funciona sem problemas.
Já submeti este problema no Bug Reporter da Apple, mas duvido que seja o primeiro (só se podem efectuar pesquisas sobre os nossos próprios bugs, which sucks).
Com este já vão três no mesmo número de meses, o que até nem é mau, já que os outros dois são simples glitches gráficos.
A propósito, ou não, eu estava disposto a dar uma nova hipótese ao Linux no desktop, mas isso não durou muito... Na realidade, ter decidido instalar o Lenny mostra bem como eu estava disposto a tolerar alguns problemas, e certamente não me importei nada de configurar a minha interface wireless pela linha de comandos (onde os tipos da Debian continuam a surpreender, já que me bastou especificar o SSID + chave no /etc/network/interfaces e o resto foi magia)...
Mas... no meu portátil (com quase 3 anos) é impossível alterar o brilho do ecrã. Ora, se em Windows eu tenho aquilo configurado para 1/3 do brilho máximo, não preciso dizer o quão confortável é usá-lo em Linux com o brilho a todo o gás...
Safa o Linux o facto de trabalhar com ele todos os dias, e só submeter um bug report por ano... E mesmo assim, mostly harmless. :)
(*) Já agora, a minha "solução" para isto é ter na pasta partilhada um ficheiro escondido ".qualquer-coisa". Não é bonito, mas resulta.
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