...a very small shell script
Os ficheiros .rpmnew, criados pelo rpm quando se instalam actualizações que introduzem alterações a configurações default, são uma boa ideia. No entanto, ainda não percebi porque razão são frequentemente criados mesmo quando são idênticos às configurações existentes.
Isto é especialmente problemático para os administradores de sistemas com algumas tendências obssessivo-compulsivas – como eu – que assim têm de analisar mais ficheiros em busca de novidades.
Mas a bash é um mundo...
Começamos por actualizar a base de dados do locate correndo o script /etc/cron.daily/mlocate.cron. Depois procuramos todos os ficheiros .rpmnew com diferenças em relação às configurações actuais:
Vemos caso-a-caso as diferenças, e finalmente apagamo-los todos:
O echo é propositado. Convém sempre ver primeiro o que vai acontecer antes de correr comandos destrutivos sobre um input indeterminado.
Mesmo assim, faz falta ao rpm o comportamento do apt-get, que mostra as diferenças no acto da instalação (perguntando logo ali se queremos aplicá-las).
Isto é especialmente problemático para os administradores de sistemas com algumas tendências obssessivo-compulsivas – como eu – que assim têm de analisar mais ficheiros em busca de novidades.
Mas a bash é um mundo...
Começamos por actualizar a base de dados do locate correndo o script /etc/cron.daily/mlocate.cron. Depois procuramos todos os ficheiros .rpmnew com diferenças em relação às configurações actuais:
locate rpmnew | while read FILE; do
diff --brief $FILE $(echo $FILE | sed s/\.rpmnew//)
done
Vemos caso-a-caso as diferenças, e finalmente apagamo-los todos:
locate rpmnew | xargs -I{} echo rm {}O echo é propositado. Convém sempre ver primeiro o que vai acontecer antes de correr comandos destrutivos sobre um input indeterminado.
Mesmo assim, faz falta ao rpm o comportamento do apt-get, que mostra as diferenças no acto da instalação (perguntando logo ali se queremos aplicá-las).

Falta-te é mudar de distro (Debian) ;-)
Por
TuXPower, em 09 Fevereiro, 2009 12:24
Em ambiente de produção empresarial usar Debian é difícil. Não só pela questão do suporte (que nunca se usa, mas cai bem às chefias) mas também porque algumas aplicações proprietárias não são suportadas (tanto em termos de licenciamento, como em termos de obrigarem a grandes cambalhotas para funcionar) como, por exemplo, o DB2.
Mas isto não quer dizer que não tenha máquinas com Debian sempre que possível... :)
Por
Carlos Rodrigues, em 09 Fevereiro, 2009 13:07
Compreendo o que dizes em relação ao suporte, mas já existem muitas empresas, portuguesas até, que tratam disso. Hoje em dia a falta de suporte é uma falsa questão que deve ser combatida ;-)
Por
TuXPower, em 10 Fevereiro, 2009 12:47