Eu não diria "degradante". Mas de facto talvez seja mais uma questão de respeito. Está instituído, por exemplo, que é mais respeitável uma pessoa com um cargo de gestão, que uma com um cargo de programador.
Como o Carlos diz, acho que para mudar isto têm as cabeças de toda a gente envolvida de mudar, incluindo as dos programadores, já que são esses os primeiros a entrar nesse mesmo raciocínio quando mudam de papel. Não é fácil... mas nalguns sítios do mundo já acontece, por isso também não é impossível.
Real programmers hate working for companies which consider programming as degrading or lesser function.
Por
Rui Seabra, em 11 Julho, 2009 12:22
Não é tanto o que as companhias pensam, mas o que os programadores também pensam sobre eles próprios.
Por
Carlos Rodrigues, em 11 Julho, 2009 13:07
Tenho 29 anos, estou a tirar Eng. Informática numa das mais conceituadas universidades do país. Adoro programar e não quero fazer outra coisa na vida.
Custa-me conceber que "progressão na carreira" signifique deixar de programar.
Na minha opinião só existem dois tipos de programadores: os mercenários, e os apaixonados. Não se espere muito dos mercenários.
Por
Anónimo, em 11 Julho, 2009 14:46
Eu não diria "degradante". Mas de facto talvez seja mais uma questão de respeito. Está instituído, por exemplo, que é mais respeitável uma pessoa com um cargo de gestão, que uma com um cargo de programador.
Como o Carlos diz, acho que para mudar isto têm as cabeças de toda a gente envolvida de mudar, incluindo as dos programadores, já que são esses os primeiros a entrar nesse mesmo raciocínio quando mudam de papel. Não é fácil... mas nalguns sítios do mundo já acontece, por isso também não é impossível.
Por
Filipe Correia, em 12 Julho, 2009 01:16